IRÃO OFERECE AJUDA A EUA PARA EVITAR MARÉ NEGRA
Os Estados Unidos da America receberam uma inesperada ajuda do Irão para lutar contra a maré negra que ameaça as costas de três estados americanos. O director da companhia nacional de prospecção iraniana, ao manifestar a disponibilidade do seu país para ajudar Washington, foi categórico em garantir ter os peritos capazes de conter uma das maiores tragédias ecológicas de sempre.
Os especialistas iranianos da indústria petrolifera, na área da prospecção, podem ajudar a conter a fuga provocada pelo naufrágio da plataforma no Golfo do México e evitar um desastre ecológico naquela parte do mundo. O Irão tem um longa e sólida experiência no dominio em causa.
A oferta do Irão, que não obteve resposta, ocorre no momento em que a maré negra se aproxima das costas do Luisiana, cujo Governador declarou já o estado de emergência tendo em conta os danos ecológicos e ambientais provocados pela maré negra até então. Idêntica atitude foi também tomada pelos governadores dos estados da Florida e do Alabama.
O responsável pela Administração Nacional Oceânica e Ambiental anunciou ontem amplas restrições de pesca desde as águas do Lusiana, no delta do Mississipi até à Baía de Pensacola, na Florida. Isto enquanto prosseguem os esforços para controlar a maré negra provocada pelo derrame, no dia 22 de Abril, a 70 km das costas americanas, da plataforma petrolífera da companhia britânica BP que lança diáriamente no Golfo do México 800 mil litros de petróleo.
Ontem, através de um comunicado, a empresa britânica anunciou que irá pagar todos os custos necessários para a limpeza da maré negra. A BP assume a responsabilidade da resposta à maré negra.
Vasco Jara e Silva
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terça-feira, 4 de maio de 2010
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Notícias relacionadas com o Ambiente
VENTOS UNEM ‘EDPR’ E ‘VESTAS'
A EDP renováveis (EDPR) e a dinamarquesea Vestas Wind Systems assinaram no dia 26 do passado mês um contrato para o fornecimento de turbinas eólicas de grande escala, que vão gerar 2,1 gigawatts de capacidade eólica.
O anúncio foi feito pela empresa portuguesa à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
O contrato entre as duas empresas assegura ainda a flexibilidade de entrega na América do Norte, América do Sul e Europa.
Sem dúvida que este projecto é um grande avanço no desenvolvimento das energias renováveis e um incentivo à não utilização de energias finitas e prejudiciais ao ambiente.
PRÉMIO AMBIENTAL
A Automotor, revista especializada do grupo Cofina, entregará dia cinco deste mês, em Lisboa, o Prémio Blue Auto, criado para dar maior enfâse aos automóveis que a cada ano são lançados no mercado e se destacam no dominio do ambiente.
ESTÁGIOS VERDES
O Governo aprovou o lançamento de uma nova vertente do programa INOV, que visa a atribuição de estágios a desempregados até aos 35 anos, determinando para o INOV-Energia um máximo anual de 1.500 estágios no domínio do ambiente e das energias renováveis.
Vasco Jara e Silva
A EDP renováveis (EDPR) e a dinamarquesea Vestas Wind Systems assinaram no dia 26 do passado mês um contrato para o fornecimento de turbinas eólicas de grande escala, que vão gerar 2,1 gigawatts de capacidade eólica.
O anúncio foi feito pela empresa portuguesa à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
O contrato entre as duas empresas assegura ainda a flexibilidade de entrega na América do Norte, América do Sul e Europa.
Sem dúvida que este projecto é um grande avanço no desenvolvimento das energias renováveis e um incentivo à não utilização de energias finitas e prejudiciais ao ambiente.
PRÉMIO AMBIENTAL
A Automotor, revista especializada do grupo Cofina, entregará dia cinco deste mês, em Lisboa, o Prémio Blue Auto, criado para dar maior enfâse aos automóveis que a cada ano são lançados no mercado e se destacam no dominio do ambiente.
ESTÁGIOS VERDES
O Governo aprovou o lançamento de uma nova vertente do programa INOV, que visa a atribuição de estágios a desempregados até aos 35 anos, determinando para o INOV-Energia um máximo anual de 1.500 estágios no domínio do ambiente e das energias renováveis.
Vasco Jara e Silva
domingo, 2 de maio de 2010
Lisboa terá um novo espaço verde
GRAÇA ABRE PARQUE URBANO EM 2011
A zona que envolve o Quartel da Graça, em Lisboa, vai ter outra graça. São cerca de 1,7 hectares de terreno que a Câmara de Lisboa vai transformar num parque urbano. A notícia foi avançada pelo gabinete o vereador dos Espaços Verdes, José Sá Fernandes, acrescentando ainda que o jardim deve estar aberto à população no próximo ano.
Na sequência do acordo de cedência do terreno da cerca, já formalizado pelo Ministério da Defesa e pela autarquia, a respectiva área verde vai transformar-se num parque urbano, que será o maior da zona histórica da cidade de Lisboa.
Trata-se de uma zona antiga em que os espaços verdes fazem falta e como tal este jardim será uma mais-valia para a capital não só por motivos estéticos e urbanísticos mas também ambientais.
Vasco Jara e Silva
A zona que envolve o Quartel da Graça, em Lisboa, vai ter outra graça. São cerca de 1,7 hectares de terreno que a Câmara de Lisboa vai transformar num parque urbano. A notícia foi avançada pelo gabinete o vereador dos Espaços Verdes, José Sá Fernandes, acrescentando ainda que o jardim deve estar aberto à população no próximo ano.
Na sequência do acordo de cedência do terreno da cerca, já formalizado pelo Ministério da Defesa e pela autarquia, a respectiva área verde vai transformar-se num parque urbano, que será o maior da zona histórica da cidade de Lisboa.
Trata-se de uma zona antiga em que os espaços verdes fazem falta e como tal este jardim será uma mais-valia para a capital não só por motivos estéticos e urbanísticos mas também ambientais.
Vasco Jara e Silva
sábado, 1 de maio de 2010
Carro amigo do ambiente
NOVO CARRO ECONÓMICO
Começa a ser comercializado nas próximas semanas um carro que vem preencher uma lacuna no mercado automóvel: um modelo com linhas desportivas, com preocupações ambientais e a um preço moderado. O Honda CR-Z cumpre estes três requesitos.
O CR-Z combina um motor tradicional a gasolina com 1500 cc com um motor eléctrico híbrido.
O fabricante japonês anuncia consumos económicos e baixas emissões de poluentes.
Vasco Jara e Silva
Começa a ser comercializado nas próximas semanas um carro que vem preencher uma lacuna no mercado automóvel: um modelo com linhas desportivas, com preocupações ambientais e a um preço moderado. O Honda CR-Z cumpre estes três requesitos.
O CR-Z combina um motor tradicional a gasolina com 1500 cc com um motor eléctrico híbrido.
O fabricante japonês anuncia consumos económicos e baixas emissões de poluentes.
Vasco Jara e Silva
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Alunos portugueses prestam provas ambientais na Alemanha
CARRO A HIDROGÉNIO CORRE NA ALEMANHA
Um grupo de alunos de engenharia do Istituto Superior Técnico (IST) construiu um protótipo que vai participar na prova ECO MARATHON, a 6 e 7 de Maio na Alemanha.
Trata-se de um veículo movido a hidrogénio que, depois do 23º lugar na prova do ano passado, vai agora nos dez primeiros, entre centenas de concorrentes.
HidrogenIST foi o nome dado ao veículo constrído pelos alunos do IST. O coordenador do projecto saliente que a iniciativa é extremamente útil para os alunos, que assim conseguem aliar as partes teóricas e práticas.
Além disso, permite a participação na prova Shell Eco Marathon, em que o grande objectivo é construir e testar um veículo ecológico capaz de percorrer a máxima distância com o mínimo de combustível.
Poderão usar vários tipos: gasolina, gasóleo, energia solar ou hidrogénio, todavia os alunos do IST optarão pela célula de hidrogénio por se tratar dum combustível 100% amigo do ambiente, no qual a única coisa que sai do escape é água.
Vasco Jara e Silva
Um grupo de alunos de engenharia do Istituto Superior Técnico (IST) construiu um protótipo que vai participar na prova ECO MARATHON, a 6 e 7 de Maio na Alemanha.
Trata-se de um veículo movido a hidrogénio que, depois do 23º lugar na prova do ano passado, vai agora nos dez primeiros, entre centenas de concorrentes.
HidrogenIST foi o nome dado ao veículo constrído pelos alunos do IST. O coordenador do projecto saliente que a iniciativa é extremamente útil para os alunos, que assim conseguem aliar as partes teóricas e práticas.
Além disso, permite a participação na prova Shell Eco Marathon, em que o grande objectivo é construir e testar um veículo ecológico capaz de percorrer a máxima distância com o mínimo de combustível.
Poderão usar vários tipos: gasolina, gasóleo, energia solar ou hidrogénio, todavia os alunos do IST optarão pela célula de hidrogénio por se tratar dum combustível 100% amigo do ambiente, no qual a única coisa que sai do escape é água.
Vasco Jara e Silva
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Novos dados acerca do derrame de petróleo no Golfo do México.
Golfo do México vestido de preto
O derrame de petróleo que está a atingir o Golfo do México pode tornar-se num dos piores de sempre na história dos Estados Unidos da América. O alerta foi dado pelo Comandante da Guarda Costeira norte-americana.
Na terça-feira, a explosão da plataforma petrolífera Deepwater Horizon causou uma mancha de crude que já cobre 74.000 quilómetros quadrados. A fuga num ponto de extracção no fundo do mar está a contribuir para para que a contaminação aumente, estando já a 32 quilómetros da costa do estado do Louisiana. Calcula-se que o equivalente a 160.000 litros de petróleo estejam a ser derramados, diariamente, no Golfo do México.
Ontem, as autoridades norte-americanas anunciaram que vão começar a queimar de forma controlada a mancha, para evitar mais alastramentos.
Os fumos tóxicos pondem contaminar ainda a atmosfera, mas vários peritos em questões ambientais dizem que os animais conseguiram sobreviver melhor a isso do que a uma mancha de petróleo no mar.
A BP, entidade responsável pela exploração da plataforma que explodiu, continua a tentar parar a fuga de petróleo, todavia sem resultado até à data.
A administração do presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama, já anunciou uma investigação exaustiva para avaliar as causas da explosão.
Temem-se todas as consequências que esta explosão possa causar ao meio ambiente não só devido ao derrame mas também relativamente aos meios necessários para proceder ao queimamento do petróleo.
Vasco Jara e Silva
O derrame de petróleo que está a atingir o Golfo do México pode tornar-se num dos piores de sempre na história dos Estados Unidos da América. O alerta foi dado pelo Comandante da Guarda Costeira norte-americana.
Na terça-feira, a explosão da plataforma petrolífera Deepwater Horizon causou uma mancha de crude que já cobre 74.000 quilómetros quadrados. A fuga num ponto de extracção no fundo do mar está a contribuir para para que a contaminação aumente, estando já a 32 quilómetros da costa do estado do Louisiana. Calcula-se que o equivalente a 160.000 litros de petróleo estejam a ser derramados, diariamente, no Golfo do México.
Ontem, as autoridades norte-americanas anunciaram que vão começar a queimar de forma controlada a mancha, para evitar mais alastramentos.
Os fumos tóxicos pondem contaminar ainda a atmosfera, mas vários peritos em questões ambientais dizem que os animais conseguiram sobreviver melhor a isso do que a uma mancha de petróleo no mar.
A BP, entidade responsável pela exploração da plataforma que explodiu, continua a tentar parar a fuga de petróleo, todavia sem resultado até à data.
A administração do presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama, já anunciou uma investigação exaustiva para avaliar as causas da explosão.
Temem-se todas as consequências que esta explosão possa causar ao meio ambiente não só devido ao derrame mas também relativamente aos meios necessários para proceder ao queimamento do petróleo.
Vasco Jara e Silva
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Pontos de Abastecimento para veículos eléctricos
AUTO-ESTRADAS A PENSAR NOS CARROS ELÉCTRICOS
O novo regime da mobilidade prevê mais pontos de carregamento destes veículos no qual a EDP vai deter pelo menos 51% da gestão da rede. Este plano prevê que em 2011 já haja 1.350 postos de abastecimento eléctrico em todo o País.
As estações de serviço nas autoestradas terão de ter pelo menos dois pontos de carregamento rápido para veículos eléctricos. Em causa está o Decreto-Lei publicado em Diário da República.
Para instalar pontos de carregamento deste género é necessária uma licença que é válida por quinze anos e prorrogáveis por igual período.
Segundo o regime jurídico da mobilidade eléctrica, os novos edifícios de habitação que tiverem garagem terão de ter também um ponto de carregamento normal para cada lugar de estacionamento. Nas garagens de prédios antigos é admitida a instalação por qualquer condómino ou arrendatário. Estão ainda previstos incentivos à compra veículos eléctricos no valor de cinco mil euros (ou 6.500 euros em troca do carro de abate) para os primeiros cinco mil compradores portugueses.
Entretanto, a EDP Distribuição vai deter pelo menos 51% da sociedade gestora da rede de mobilidade eléctrica, podendo outras entidades públicas e privadas adquirir o restante capital social em participação até 5 ou 10%.
Vasco Jara e Silva
O novo regime da mobilidade prevê mais pontos de carregamento destes veículos no qual a EDP vai deter pelo menos 51% da gestão da rede. Este plano prevê que em 2011 já haja 1.350 postos de abastecimento eléctrico em todo o País.
As estações de serviço nas autoestradas terão de ter pelo menos dois pontos de carregamento rápido para veículos eléctricos. Em causa está o Decreto-Lei publicado em Diário da República.
Para instalar pontos de carregamento deste género é necessária uma licença que é válida por quinze anos e prorrogáveis por igual período.
Segundo o regime jurídico da mobilidade eléctrica, os novos edifícios de habitação que tiverem garagem terão de ter também um ponto de carregamento normal para cada lugar de estacionamento. Nas garagens de prédios antigos é admitida a instalação por qualquer condómino ou arrendatário. Estão ainda previstos incentivos à compra veículos eléctricos no valor de cinco mil euros (ou 6.500 euros em troca do carro de abate) para os primeiros cinco mil compradores portugueses.
Entretanto, a EDP Distribuição vai deter pelo menos 51% da sociedade gestora da rede de mobilidade eléctrica, podendo outras entidades públicas e privadas adquirir o restante capital social em participação até 5 ou 10%.
Vasco Jara e Silva
terça-feira, 27 de abril de 2010
COMBUSTÍVEIS ALTERNATIVOS
Numa altura em que face ao actual preço do petróleo, a gasolina em Portugal está novamente a ser comercializada a preços probitivos e escandalosos, não se compreende que, ao contrário da Itália, da Holanda e de outros países da Europa, não se tenha veradeiramente optado pelo GPL (Gás de Petróleo Liquefeito).
Obviamente não interessa que haja uma forte adesão popular a quaisquer combustíveis que estejam isentos ou com reduzida incidência do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos. Refira-se que tal implica cobrar menos IVA, porque este também incide sobre a parcela do ISPP acima referido. Deste modo encontramo-nos perante uma dupla tributação. Por isso a eventual receita teria sempre de ser compensada nalgum lado.
Fala-se muito da necessidade de reduzir as emissões de CO2 mas na verdade não se quer incentivar ao uso de combustíveis que, embora sendo fósseis como aliás o são o GPL e o GNC (Gás Natural Comprimido) contribuem para esse objectivo. A prova disso é que Portugal foi praticamente o único país a obrigar veículos a GLP a ostentarem na respectiva traseira um autocolante aberrante e descomunal, como se fossem “bombas” ambulantes. Isto serviu um único bem sucedido objectivo: causar estigma social e afastar as pessoas deste combustível. Porque se fosse apenas por causa dessas viaturas estarem identificadas devido ao estacionamento em parques subterrâneos, bastaria a obrigatoriedade de um pequeno autocolante aplicado no pára-brisas aquando do estacionamento nos ditos parques. Mas agora no caso do GNC, onde já não pode haver a mesma desculpa, terão de inventar outros (des)incentivos à sua adopção. Para já, é a inexistência de abastecimento público.
Este raciocínio é também válido para os futuros automóveis eléctricos, cujo anúncio em grandes paragonas se enquadrou na habitual propaganda para satisfazer simultaneamente as clientelas ligadas ao marketing e os (cada vez menos) eleitores que ainda se deixam manipular por tais “manobras”. O automóvel seja na aquisição e/ou na respectiva utilização, será sempre visto por qualquer governo em Portugal como verdadeira fonte de rendimento e tributação.
Em suma poder-se-á dizer que o Ambiente e a Ecónomia andam sempre par a par não apenas na sua vertente positiva como acontece na consagração do princípio da prevenção não qual se evitam por exemplo a sobrembalagem (poupando quer o ambiente quer a ecónomia) e na sua vertente negativa, na qual temos um Estado que não incentiva a utilização de combustíveis não poluentes por os mesmos não serem vantajosos aos cofres do Estado.
Vasco Jara e Silva
Numa altura em que face ao actual preço do petróleo, a gasolina em Portugal está novamente a ser comercializada a preços probitivos e escandalosos, não se compreende que, ao contrário da Itália, da Holanda e de outros países da Europa, não se tenha veradeiramente optado pelo GPL (Gás de Petróleo Liquefeito).
Obviamente não interessa que haja uma forte adesão popular a quaisquer combustíveis que estejam isentos ou com reduzida incidência do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos. Refira-se que tal implica cobrar menos IVA, porque este também incide sobre a parcela do ISPP acima referido. Deste modo encontramo-nos perante uma dupla tributação. Por isso a eventual receita teria sempre de ser compensada nalgum lado.
Fala-se muito da necessidade de reduzir as emissões de CO2 mas na verdade não se quer incentivar ao uso de combustíveis que, embora sendo fósseis como aliás o são o GPL e o GNC (Gás Natural Comprimido) contribuem para esse objectivo. A prova disso é que Portugal foi praticamente o único país a obrigar veículos a GLP a ostentarem na respectiva traseira um autocolante aberrante e descomunal, como se fossem “bombas” ambulantes. Isto serviu um único bem sucedido objectivo: causar estigma social e afastar as pessoas deste combustível. Porque se fosse apenas por causa dessas viaturas estarem identificadas devido ao estacionamento em parques subterrâneos, bastaria a obrigatoriedade de um pequeno autocolante aplicado no pára-brisas aquando do estacionamento nos ditos parques. Mas agora no caso do GNC, onde já não pode haver a mesma desculpa, terão de inventar outros (des)incentivos à sua adopção. Para já, é a inexistência de abastecimento público.
Este raciocínio é também válido para os futuros automóveis eléctricos, cujo anúncio em grandes paragonas se enquadrou na habitual propaganda para satisfazer simultaneamente as clientelas ligadas ao marketing e os (cada vez menos) eleitores que ainda se deixam manipular por tais “manobras”. O automóvel seja na aquisição e/ou na respectiva utilização, será sempre visto por qualquer governo em Portugal como verdadeira fonte de rendimento e tributação.
Em suma poder-se-á dizer que o Ambiente e a Ecónomia andam sempre par a par não apenas na sua vertente positiva como acontece na consagração do princípio da prevenção não qual se evitam por exemplo a sobrembalagem (poupando quer o ambiente quer a ecónomia) e na sua vertente negativa, na qual temos um Estado que não incentiva a utilização de combustíveis não poluentes por os mesmos não serem vantajosos aos cofres do Estado.
Vasco Jara e Silva
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Noticias relacionadas com o Ambiente
TÉCNICOS DA ONU DE OLHO NA EMISSÃO DE GASES COM EFEITO DE ESTUFA EM PORTUGAL
Durante esta semana as Nações Unidas vão vigiar bem de perto Portugal no que diz respeito à emissão de gases com efeito de estufa. A missão consiste em analisar as políticas nacionais na área do ambiente.
Nos próximos dias vários técnicos estarão no nosso País para procederem à verificação de como são monotorizadas as emissões de gases com efeito de estufa.
Segundo o Secretário de Estado do Ambiente, esta é uma visita normal uma vez que outras têm sido feitas com alguma regularidade adientando ainda que Portugal tem tido boas notas em termos de robustez com que se verificão as emissões em causa.
Serão ainda feitos durante a semana vários contactos a técnicos dos serviços portugueses de modo a proceder à verificação técnica da adequação com que são monitorizadas as emissões com gases com efeito de estufa.
EXTINÇÃO
A segunda cria de lince ibérico que nasceu dia 4 deste mês no Centro Nacional de Reprodução do Lince Ibérico de Silves morreu este fim de semana, constituindo assim um retrocesso na manutenção desta espécie em vias de extinção.
EXPLOSÃO NO GOLFO DO MÉXICO
A plataforma de petróleo que explodiu na última terça-feira no Golfo do México está a causar, desde sábado, a fuga de mais de mil barris de petróleo (190900 litros) diáriamente no mar.
De acordo com a Guarda Costeira Americana, o poço situa-se a 1525 metros de profundidade, sendo um local de dificil acesso, que torna este um problema potencialmente grave no qual pode afectar a costa do estado norte-americano da Luisiana, caso não seja rapidamente solucionado.
A BP, empresa que recebe o petróleo extraído pela plataforma Deepwater Horizon já enviou para o local uma frota de barcos e aviões para conter o derrame, mas as operações de limpeza estão paradas desde que coincidentemente um temporal assolou a dita região.
As autoridades e organizações ambientais temem pelos danos já ocorridos e que ainda venham a correr a nivel ambiental.
MEDIDA DA UNIVERSIDADE DE AVEIRO AMIGA DO AMBIENTE
Para promover um estilo de vida mais saudável, no âmbito do Projecto Europeu de Mobilidade Saudável, a Universidade de Aveiro e a Câmara Municipal implementaram nos estudantes, professores e funcionários da Universidade o uso da bicicleta como meio de transporte principal, evitando assim os transportes poluentes.
Vasco Jara e Silva
15795
bubturma 2
Durante esta semana as Nações Unidas vão vigiar bem de perto Portugal no que diz respeito à emissão de gases com efeito de estufa. A missão consiste em analisar as políticas nacionais na área do ambiente.
Nos próximos dias vários técnicos estarão no nosso País para procederem à verificação de como são monotorizadas as emissões de gases com efeito de estufa.
Segundo o Secretário de Estado do Ambiente, esta é uma visita normal uma vez que outras têm sido feitas com alguma regularidade adientando ainda que Portugal tem tido boas notas em termos de robustez com que se verificão as emissões em causa.
Serão ainda feitos durante a semana vários contactos a técnicos dos serviços portugueses de modo a proceder à verificação técnica da adequação com que são monitorizadas as emissões com gases com efeito de estufa.
EXTINÇÃO
A segunda cria de lince ibérico que nasceu dia 4 deste mês no Centro Nacional de Reprodução do Lince Ibérico de Silves morreu este fim de semana, constituindo assim um retrocesso na manutenção desta espécie em vias de extinção.
EXPLOSÃO NO GOLFO DO MÉXICO
A plataforma de petróleo que explodiu na última terça-feira no Golfo do México está a causar, desde sábado, a fuga de mais de mil barris de petróleo (190900 litros) diáriamente no mar.
De acordo com a Guarda Costeira Americana, o poço situa-se a 1525 metros de profundidade, sendo um local de dificil acesso, que torna este um problema potencialmente grave no qual pode afectar a costa do estado norte-americano da Luisiana, caso não seja rapidamente solucionado.
A BP, empresa que recebe o petróleo extraído pela plataforma Deepwater Horizon já enviou para o local uma frota de barcos e aviões para conter o derrame, mas as operações de limpeza estão paradas desde que coincidentemente um temporal assolou a dita região.
As autoridades e organizações ambientais temem pelos danos já ocorridos e que ainda venham a correr a nivel ambiental.
MEDIDA DA UNIVERSIDADE DE AVEIRO AMIGA DO AMBIENTE
Para promover um estilo de vida mais saudável, no âmbito do Projecto Europeu de Mobilidade Saudável, a Universidade de Aveiro e a Câmara Municipal implementaram nos estudantes, professores e funcionários da Universidade o uso da bicicleta como meio de transporte principal, evitando assim os transportes poluentes.
Vasco Jara e Silva
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